A escrita é um processo manual pelo qual se traduz aquilo que se passa na nossa mente, é um processo através do qual comunicamos sob a forma de escrita.
Antes de escrever, a criança tem que estruturar o seu pensamento de forma a transmiti-lo com coerência e clareza, ou seja, a competência de escrita obriga a um crescente controlo produtivo sobre as operações linguísticas de acesso, seleção lexical e sobre a organização sintática do enunciado guiado pelas intenções comunicativas.
Deste modo, a escrita obriga a um empreendimento mais dispendioso em termos de atenção, de memória e de tempo que se gasta para desempenhar a tarefa.
A partir de situações concretas e vivenciadas, o pai ou educador deve proporcionar momentos de estimulação que levem ao desejo da expressão escrita, utilizando e diversificando estratégias de ensino/aprendizagem.
Importa que o aluno escreva por prazer sem estar preocupado com a sua correção, pois só assim se exprime com naturalidade e sem inibições.
A leitura requer menos custos de processamento que a escrita visto que, na leitura, o sujeito não tem que planear o seu discurso, limita-se simplesmente a processar (ler) a informação dada por outrém.
Assim, podemos concluir que a escrita é um processo muito mais ativo que a leitura e que exige por parte do sujeito um esforço superior.
A Poesia
Oficina de escrita - Texto narrativo / descritivo
Sequência pedagógica
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Anexo 2
O retrato
Anexo 3
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Anexo 8
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A descrição
Anexo 10
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Oficina de escrita - o texto argumentativo
Sequência pedagógica
Texto argumentativo - ficha informativa
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